Brasil soberano

Apelidado de “Plano Brasil Soberano”, o pacote foca nas “empresas mais afetadas” pela guerra tarifária promovida pelos Estados Unidos

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Enquanto o bolsonarismo se empenha em criar problemas econômicos e políticos para o Brasil, o governo Lula cuida de minimizar o estrago. Ao tarifaço de Donald Trump, por exemplo, Brasília responde com um plano bilionário.
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Apelidado de “Plano Brasil Soberano”, o pacote foca nas “empresas mais afetadas” pela guerra tarifária promovida pelos Estados Unidos. Além de oferecer crédito aos produtores afetados, um custo absorvido pelo BNDES e o Banco do Brasil, as medidas incluem a compra de alimentos não exportados. A única contrapartida exigida do setor produtivo é a manutenção de empregos.
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Além disso, o programa Reintegra foi ampliado e vai beneficiar todas as empresas. Voltado até então aos pequenos negócios, o Regime Especial de Reintegração de Valores Tributários para as Empresas Exportadoras poderá ser adotado por todos os que destinam sua produção aos EUA. A medida permite que os empresários apurem crédito para reembolsar, parcial ou totalmente, o resíduo tributário existente em sua cadeia produtiva.
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O governo Lula acerta ao lidar com a questão por viés estritamente econômico. De outro modo, as sanções e tarifas anunciadas pelos Estados Unidos arrastariam o embate para um tablado inadequado, submetendo o Estado brasileiro à tutela do Tio Sam.

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