Sob Mitidieri, a precarização virou regra. O Sindicato dos Médicos já denunciou a insegurança dos profissionais de saúde em ambiente de trabalho
A privatização da Companhia de Saneamento de Sergipe, mais diversos empréstimos contraídos abarrotaram os cofres do governo de Sergipe. Segundo a Secretaria da Fazenda, a situação fiscal do estado é das mais confortáveis. Ainda assim, há servidores com salários atrasados, sem previsão de receberem o pagamento devido.
Na rede estadual de saúde, a situação beira o escândalo. Profissionais médicos estariam com salários atrasados desde setembro. Sem providências, a consequência imediata mais previsível é a suspensão de atendimentos na rede estadual, em prejuízo da população.
Assim como os professores, os médicos a serviço da rede estadual têm queixas legítimas a respeito do tratamento dispensado pelo governo de turno ao funcionalismo. Sob Mitidieri, a precarização virou regra. O Sindicato dos Médicos já denunciou a insegurança dos profissionais de saúde em ambiente de trabalho.
Salário em dia é o mínimo exigido em qualquer relação de trabalho. No caso do governo de Sergipe, com as burras cheias, o atraso no pagamento dos médicos beira o acinte.


