O Brasil fechou o ano de 2025 com um aumento de 5% no estoque de empregos formais, na comparação com 2024
O mercado de trabalho nacional não passa por um período tão bom há muito tempo. O trabalho com carteira assinada, regido pela CLT, com todas as garantias trabalhistas previstas em Lei, já não é para tão poucos, como em passado recente.
O Brasil fechou o ano de 2025 com um aumento de 5% no estoque de empregos formais, na comparação com 2024. O país fechou o ano passado com 59.971 milhões de trabalhadores com emprego formal.
Desse total, 46,128 milhões são celetistas; 12,657 milhões estatutários e trabalhadores em organizações sem fins lucrativos, sindicatos, pessoa física rural, entre outros, somaram 1,186 milhão.
As informações constam da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), divulgada pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Para além dos números, no entanto, resta a sensação de justificado otimismo em relação ao futuro, perceptível nas ruas, nas praças, no rosto da população.
O melhor de tudo é que a esperança de dias melhores já não está ancorada apenas em convicções pessoais, contudo. É agora uma questão de fé, mas também de perspectivas realistas, dados confiáveis e projeções críveis. O otimismo é coerente com os dados à mão. Já há razão para crer de novo no amanhã, como nos melhores dias de antigamente.


