De acordo com as investigações, após a contratação inicial, houve alterações nos valores dos serviços em contratos e aditivos posteriores
Desde o início da gestão Emília Corrêa, em 2025, o serviço de limpeza pública, principalmente a coleta de lixo, é um problema. Primeiro rompeu com a Torre que o serviço há vários anos, a cidade ficou emporcalhada por vários dias, e depois contratou uma empresa com suspeitas de irregularidades.
Ontem de manhã (25), a Polícia Civil detalhou a primeira fase da Operação Histograma, que investiga fraudes e desvio de verbas públicas em contratos municipais de limpeza urbana da Prefeitura de Aracaju. As equipes policiais também verificam a possibilidade de direcionamento das contratações e eventual pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos.
A operação foi iniciada após denúncias de irregularidades em contratos emergenciais de limpeza urbana e coleta de entulhos. Segundo a apuração, uma empresa sem histórico de atuação em Sergipe apresentou inicialmente valores abaixo dos parâmetros previstos, o que teria reduzido a concorrência, mas os preços foram posteriormente alterados por meio de contratos e aditivos, levantando a suspeita de uma possível recomposição artificial dos custos.
De acordo com as investigações, após a contratação inicial, houve alterações nos valores dos serviços em contratos e aditivos posteriores. O baixo valor do contrato desestimulou a participação de outras empresas nas licitações.
Há um histórico de irregularidades que se repete também em outros setores da administração municipal.


