A aldeia em festa

Fasc segue até domingo (Divulgação)
Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Cada paralelepípedo da velha cidade esta noite vai se arrepiar, como diria o sambista. Em verdade, todas as pedras da cidade histórica estão ouriçadas há dias, desde quando teve início a programação do Festival de Artes de São Cristóvão.
Caindo de velho, doente de preguiça, com dois filhos pequenos sob as asas aleijadas, o jornalista que aqui acena aos leitores deste Jornal do Dia não botou os pés lá, mas sabe bem da importância simbólica econômica e do evento, nesta ordem.
Aprendi com jornalistas ainda mais velhos. Luciano Correia, professor da Universidade Federal de Sergipe, compareceu à primeira edição realizada após um longo período de tambores calados, sob a gerência do amigo Carlos Cauê, há uns bons 20 anos. E aproveitou a oportunidade para lembrar os amores vividos e sofridos na Cidade Mãe.
Ao contrário de nós dois, muito melhor e mais rijo do que eu e ele, o texto de Luciano é velho, mas ainda dá para o gasto. E por isso é reproduzido abaixo, emocionado como convém à pena desaforada de um excelente jornalista, prenhe de ternura e saudades.
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