Segunda, 29 De Novembro De 2021
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Abre a porta, João!


Publicado em 29 de setembro de 2021
Por Jornal Do Dia


Um apelo irresistível

 

Rian Santos
riansantos@jornaldodiase.com.br
Single e clipe anunci
am o novo álbum de 
Heitor Mendonça com um apelo irresistível: Abre a porta, João! O menino atende de bate pronto. E desata a correr no meio do mato, alheio às janelas de vidro que batizam a música, como se não houvesses amanhã.
Heitor, os leitores estão carecas de saber, é um artista velho de guerra, cevado nas noites da aldeia Serigy. Apesar disso, tem apenas um álbum lançado. Somente agora, com a oportunidade proporcionada pela Lei Aldir Blanc, ele reúne um novo punhado de canções inéditas, a fim de definir as suas feições entre as quatro paredes de um estúdio. Faz pensar sobre o tanto de belos trabalhos engolidos pelo escuro e o silêncio, sem a chance de se realizar plenamente, enquanto cifras fabulosas eram torradas em festas particulares travestidas de prévias carnavalescas. Isso, pra não mencionar o Forró Caju.
Felizmente, a verdadeira inspiração prescinde de tudo, homens e circunstâncias, política e palanque. Sob a direção de James Bertisch, Heitor se pronuncia com a alegria serena de quem espalha boas notícias. Mentiras, subterfúgios, distrações proliferam por todos os meios, a toda velocidade, especialmente nas plataformas em rede. Mas haverá sempre quem se disponha a cantar a própria verdade, em prosa e verso, quem perceba as cores e desfrute da vida real. Heitor Mendonça, por exemplo, ao menos neste single, dispensa os filtros do Instagram.
Convém destacar a sonoridade alcançada agora por Heitor Mendonça, mais forte e luminosa do que em seu trabalho anterior. Mérito que deve ser dividido com a banda, formada por cobras criadas como Odílio Saminêz e Kelvin Farias. ‘Janelas de vidro’ conta ainda com a guitarra esperta de Fred Andrade. Em suas mãos, uma Fender Stratocaster oferece tudo o que a música pede: a cada patada, as cordas explodem em uma vibração plangente de calor.

Rian Santos

Single e clipe anunci am o novo álbum de  Heitor Mendonça com um apelo irresistível: Abre a porta, João! O menino atende de bate pronto. E desata a correr no meio do mato, alheio às janelas de vidro que batizam a música, como se não houvesses amanhã.
Heitor, os leitores estão carecas de saber, é um artista velho de guerra, cevado nas noites da aldeia Serigy. Apesar disso, tem apenas um álbum lançado. Somente agora, com a oportunidade proporcionada pela Lei Aldir Blanc, ele reúne um novo punhado de canções inéditas, a fim de definir as suas feições entre as quatro paredes de um estúdio. Faz pensar sobre o tanto de belos trabalhos engolidos pelo escuro e o silêncio, sem a chance de se realizar plenamente, enquanto cifras fabulosas eram torradas em festas particulares travestidas de prévias carnavalescas. Isso, pra não mencionar o Forró Caju.
Felizmente, a verdadeira inspiração prescinde de tudo, homens e circunstâncias, política e palanque. Sob a direção de James Bertisch, Heitor se pronuncia com a alegria serena de quem espalha boas notícias. Mentiras, subterfúgios, distrações proliferam por todos os meios, a toda velocidade, especialmente nas plataformas em rede. Mas haverá sempre quem se disponha a cantar a própria verdade, em prosa e verso, quem perceba as cores e desfrute da vida real. Heitor Mendonça, por exemplo, ao menos neste single, dispensa os filtros do Instagram.
Convém destacar a sonoridade alcançada agora por Heitor Mendonça, mais forte e luminosa do que em seu trabalho anterior. Mérito que deve ser dividido com a banda, formada por cobras criadas como Odílio Saminêz e Kelvin Farias. ‘Janelas de vidro’ conta ainda com a guitarra esperta de Fred Andrade. Em suas mãos, uma Fender Stratocaster oferece tudo o que a música pede: a cada patada, as cordas explodem em uma vibração plangente de calor.

 

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