Êxito na Grande Aracaju

 

Nunca os municípios que integram a cha
mada Grande Aracaju – Aracaju, Barra 
dos Coqueiros, São Cristóvão e Nossa Senhora do Socorro – tiveram administrações que representassem tanto os anseios dos moradores de suas cidades. Edvaldo Nogueira em Aracaju, Airton Martins na Barra, Marcos Santana em São Cristóvão, e até o Padre Inaldo em Socorro são gestões realizadoras e, em alguns casos, retiraram seus municípios do noticiário policial.
Dos quatro, apenas Airton não pode mais disputar a reeleição. Ele está concluindo o seu segundo mandato seguido e soube aproveitar muito bem os recursos oriundos da termoelétrica em fase de conclusão no município. A cidade é um canteiro de obras, os serviços vêm melhorando, da mesma forma que oportunidades de emprego para a população.
O caso de Marcos Santana é mais emblemático. Desde o início deste século, a política de São Cristóvão se confundia com casos de polícia. Prefeitos foram presos, outros afastados judicialmente por corrupção e uma renunciou depois de uma série de denúncias de desvios na merenda escolar, que acabaram não sendo confirmados. Marcos Santana paga os salários dos servidores em dia, foi um dos poucos prefeitos a conceder o reajuste ao piso dos professores, organizou administrativamente a cidade, os postos de saúde foram reformados e funcionam em horário estendido, está realizando as obras sempre reivindicadas pela população e mantém equipes prontas para atender emergências, como no caso das chuvas do ano passado, e garantir a manutenção de ruas, avenidas e limpeza pública.
Padre Inaldo consegue manter a máquina funcionando em Nossa Senhora do Socorro e realiza obras pontuais. O clima na cidade é muito politizado, porque dois ex-prefeitos pretendem voltar a disputar as eleições – José Franco e Fábio Henrique – e o deputado estadual Samuel Carvalho também quer ser candidato e a campanha começou com grande antecedência.
Edvaldo Nogueira reassumiu a PMA em 2017 numa situação extremamente crítica, como ele mesmo faz questão de declarar. "2017 foi o ano da reconstrução. Encontramos a cidade numa situação muito difícil, com uma dívida de R$ 540 milhões de curto prazo, serviços paralisados, salários atrasados, enfim, um quadro bastante desolador. Mas, com foco, planejamento, criatividade e determinação, fomos enfrentando os problemas, sendo transparente com a sociedade e buscando parcerias. Revogamos o aumento extorsivo do IPTU, pagamos 15 folhas salariais, num investimento de mais de R$ 1 bilhão, retomamos obras, escolas e postos de saúde estão funcionando, a Assistência Social tem apresentado seus resultados".
Com Edvaldo todos os serviços municipais foram normalizados, a exemplo da coleta de lixo, escolas, creches e postos de saúde funcionam, os servidores recebem em dia, mesmo reclamando da falta de reajuste, e a cidade se transformou num verdadeiro canteiro de obras.
A expansão da zona norte de Aracaju chegou a fronteira de Nossa Senhora do Socorro, exigindo uma série de intervenções públicas. A obra mais visível é a duplicação da Avenida Euclides Figueiredo, ligando os dois municípios. O prefeito Edvaldo Nogueira está implantando gigantescas galerias para as águas pluviais, seguida da drenagem e pavimentação de todas as carentes áreas da redondeza para evitar qualquer tipo de inundação mais a frente.
São obras de pavimentação, drenagem e rede de esgotos no Loteamento Rosa do Sul, Jardim Bahia, Loteamento Isabel Martins na Soledade e até a abertura de uma nova avenida no Japãozinho, o Centro Integrado de Esportes do Bugio. Da mesma forma que a Avenida Beira Mar – obra já concluída – todos os corredores de transportes da zona norte também estão sendo recapeados e o trânsito reordenado.
A administração Edvaldo Nogueira tem um conjunto de obras no valor de R$ 810 milhões, volume nunca visto na capital, e é responsável pela recuperação do setor da construção civil, com a geração de centenas de empregos diretos e indiretos. Ao contrário do que ocorre atualmente com prestadores de serviços e fornecedores do governo do estado, quem tem contrato com a Prefeitura de Aracaju recebe em dia.
A região do Santa Maria – a antiga Terra Dura – se transformou numa verdadeira cidade, com grandes avenidas, escolas, conjuntos habitacionais, postos de saúde e até um novo bairro, o Inácio Barbosa, criado na gestão anterior de Edvaldo Nogueira. Hoje as últimas vias de terra estão sendo drenadas e recebem rede de esgoto e pavimentação. As primeiras maternidade e escola em tempo integral do município estão em construção.
Os prefeitos dos municípios da Grande Aracaju conseguem manter folhas em dia, serviços em pleno funcionamento e um grande conjunto de obras. Nada parecido com o que ocorria até o final de 2016, principalmente em Aracaju e em São Cristóvão.

Nunca os municípios que integram a cha mada Grande Aracaju – Aracaju, Barra  dos Coqueiros, São Cristóvão e Nossa Senhora do Socorro – tiveram administrações que representassem tanto os anseios dos moradores de suas cidades. Edvaldo Nogueira em Aracaju, Airton Martins na Barra, Marcos Santana em São Cristóvão, e até o Padre Inaldo em Socorro são gestões realizadoras e, em alguns casos, retiraram seus municípios do noticiário policial.
Dos quatro, apenas Airton não pode mais disputar a reeleição. Ele está concluindo o seu segundo mandato seguido e soube aproveitar muito bem os recursos oriundos da termoelétrica em fase de conclusão no município. A cidade é um canteiro de obras, os serviços vêm melhorando, da mesma forma que oportunidades de emprego para a população.
O caso de Marcos Santana é mais emblemático. Desde o início deste século, a política de São Cristóvão se confundia com casos de polícia. Prefeitos foram presos, outros afastados judicialmente por corrupção e uma renunciou depois de uma série de denúncias de desvios na merenda escolar, que acabaram não sendo confirmados. Marcos Santana paga os salários dos servidores em dia, foi um dos poucos prefeitos a conceder o reajuste ao piso dos professores, organizou administrativamente a cidade, os postos de saúde foram reformados e funcionam em horário estendido, está realizando as obras sempre reivindicadas pela população e mantém equipes prontas para atender emergências, como no caso das chuvas do ano passado, e garantir a manutenção de ruas, avenidas e limpeza pública.
Padre Inaldo consegue manter a máquina funcionando em Nossa Senhora do Socorro e realiza obras pontuais. O clima na cidade é muito politizado, porque dois ex-prefeitos pretendem voltar a disputar as eleições – José Franco e Fábio Henrique – e o deputado estadual Samuel Carvalho também quer ser candidato e a campanha começou com grande antecedência.
Edvaldo Nogueira reassumiu a PMA em 2017 numa situação extremamente crítica, como ele mesmo faz questão de declarar. "2017 foi o ano da reconstrução. Encontramos a cidade numa situação muito difícil, com uma dívida de R$ 540 milhões de curto prazo, serviços paralisados, salários atrasados, enfim, um quadro bastante desolador. Mas, com foco, planejamento, criatividade e determinação, fomos enfrentando os problemas, sendo transparente com a sociedade e buscando parcerias. Revogamos o aumento extorsivo do IPTU, pagamos 15 folhas salariais, num investimento de mais de R$ 1 bilhão, retomamos obras, escolas e postos de saúde estão funcionando, a Assistência Social tem apresentado seus resultados".
Com Edvaldo todos os serviços municipais foram normalizados, a exemplo da coleta de lixo, escolas, creches e postos de saúde funcionam, os servidores recebem em dia, mesmo reclamando da falta de reajuste, e a cidade se transformou num verdadeiro canteiro de obras.
A expansão da zona norte de Aracaju chegou a fronteira de Nossa Senhora do Socorro, exigindo uma série de intervenções públicas. A obra mais visível é a duplicação da Avenida Euclides Figueiredo, ligando os dois municípios. O prefeito Edvaldo Nogueira está implantando gigantescas galerias para as águas pluviais, seguida da drenagem e pavimentação de todas as carentes áreas da redondeza para evitar qualquer tipo de inundação mais a frente.
São obras de pavimentação, drenagem e rede de esgotos no Loteamento Rosa do Sul, Jardim Bahia, Loteamento Isabel Martins na Soledade e até a abertura de uma nova avenida no Japãozinho, o Centro Integrado de Esportes do Bugio. Da mesma forma que a Avenida Beira Mar – obra já concluída – todos os corredores de transportes da zona norte também estão sendo recapeados e o trânsito reordenado.
A administração Edvaldo Nogueira tem um conjunto de obras no valor de R$ 810 milhões, volume nunca visto na capital, e é responsável pela recuperação do setor da construção civil, com a geração de centenas de empregos diretos e indiretos. Ao contrário do que ocorre atualmente com prestadores de serviços e fornecedores do governo do estado, quem tem contrato com a Prefeitura de Aracaju recebe em dia.
A região do Santa Maria – a antiga Terra Dura – se transformou numa verdadeira cidade, com grandes avenidas, escolas, conjuntos habitacionais, postos de saúde e até um novo bairro, o Inácio Barbosa, criado na gestão anterior de Edvaldo Nogueira. Hoje as últimas vias de terra estão sendo drenadas e recebem rede de esgoto e pavimentação. As primeiras maternidade e escola em tempo integral do município estão em construção.
Os prefeitos dos municípios da Grande Aracaju conseguem manter folhas em dia, serviços em pleno funcionamento e um grande conjunto de obras. Nada parecido com o que ocorria até o final de 2016, principalmente em Aracaju e em São Cristóvão.

Por debaixo dos panos

Primeiro foi o senador Delegado Alessandro (Cidadania), seguindo por seus discípulos – a vereadora Emília Correa (Patriota), os deputados estaduais do Cidadania Georgeo Passos e Kitty Lima, e o ex-vereador Dr Emerson (Cidadania)- e agora o deputado Gilmar Carvalho (PSC). Eles querem que a justiça proíba o prefeito Edvaldo Nogueira de fazer uma campanha mostrando a importância do pagamento do IPTU para a realização e obras e a manutenção dos serviços da Prefeitura de Aracaju.

Eles consideram a propaganda como "prática de improbidade administrativa e pelo uso da publicidade de Governo a fim de obter vantagem eleitoral". A nota ressalta que o prefeito está "utilizando dinheiro público, que poderia ser aplicado na saúde ou educação, e está gastando com propagandas em horários nobres da TV, do rádio, postagens na internet e outdoors, com claro intuito de influenciar a opinião pública"

Para o secretário de Comunicação da PMA, Carlos Cauê, a campanha publicitária da Prefeitura de Aracaju sobre o IPTU atende aos princípios legais de impessoalidade, economicidade e razoabilidade. "Trata-se de uma das principais campanhas da prefeitura, que busca divulgar condições e prazos para o pagamento do principal imposto municipal. Ressalta que é com recursos do IPTU que a administração realiza um conjunto de obras decisivas para a cidade como construção de escolas e unidades de saúde, drenagem e pavimentação de ruas e logradouros, assim como serviços de limpeza, entre outros", explica.

Destaca ainda Cauê que para chamar a atenção do cidadão e estimulá-los ao ato de pagar o imposto – ação nem sempre realizada com boa vontade – "a administração, se vale da divulgação dos inúmeros benefícios que tais recursos proporcionam à cidade, bem como aborda o pagamento do imposto como um investimento que o cidadão faz na sua cidade, abrindo a perspectiva de que tais benefícios continuem sendo realizados ao longo do ano em curso."

Finaliza dizendo que os signatários da nota divulgada são políticos da oposição a quem parece interessar a paralisia das obras e serviços na cidade ou no mínimo a frustração na arrecadação dos recursos municipais, o que comprometeria a continuidade das atuais realizações. "É um tipo de prática antiga e comum aos que apostam no abandono da cidade e na desassistência da população como forma de lograr vantagem política", diz Cauê.

Pelo visto, o senador, seus seguidores e o deputado Gilmar Carvalho não querem que a população saiba o que faz a administração municipal. Querem que a gestão pública atue por debaixo dos panos, como fazem em seus mandatos.

Gualberto na berlinda

Um grupo ligado a Articulação de Esquerda, corrente do PT comandada por sindicalistas ligados ao serviço público estadual, impetrou representação junto a Comissão de Ética do partido contra o deputado estadual Francisco Gualberto, por ter votado a favor da reforma da previdência estadual proposta pelo governador Belivaldo Chagas, aprovada pela Assembleia Legislativa no final de 2019. Na sexta-feira, esse mesmo grupo impetrou ação judicial junto ao Tribunal de Justiça pedindo a anulação da lei.

O grupo alega que "o filiado Francisco Gualberto da Rocha, conhecido como Chiquinho Gualberto, foi presidente da CUT/SE, mas traiu a classe trabalhadora sergipana e descumpriu deliberação do Diretório Nacional do PT, de 22 de março de 2019, votando pela aprovação na reforma da previdência estadual que amplia a retirada de direitos feita pela reforma da previdência federal. A resolução do PT Nacional determinou que nossas bancadas parlamentares na Câmara e no Senado Federal rejeitassem toda e qualquer reforma da previdência. Na ausência de posição da direção estadual, é válida a posição do "Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores".

Alegam que como a direção do PT estadual e nem sua bancada estadual de parlamentares tomaram posição oficial sobre a reforma, os deputados deveriam seguir a resolução nacional contra a reforma de Bolsonaro. Não estabelecem que tipo de punição querem para o deputado e apresentam como testemunhas de acusação os filiados Ana Geni de Andrade, Maria Jose do Nascimento Filha, Maria Luci Lima Santos, Maria Augusta Alves de Oliveira, Rubens Marques, Roberto Silva, Joel Almeida e Tadeu Brito.

O documento foi encaminhado à Comissão Executiva Estadual, presidida pelo deputado federal João Daniel, que assumiu novo mandato no último sábado, em cerimônia no Cotinguiba.

Um detalhe: O PT integra e apoia o governo Belivaldo Chagas e, as exceções do deputado Iran Barbosa e a Articulação de Esquerda, ninguém mais no PT se posicionou contra a reforma da previdência estadual.

Com Agências

 

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