Sexta, 12 De Julho De 2024
       
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Motoristas do Samu fazem paralisação


Publicado em 11 de julho de 2012
Por Jornal Do Dia


MOTORISTAS DE BRAÇOS CRUZADOS

O protesto do Samu foi concentrado na base de Aracaju

Milton Alves Júnior

Após 24 horas de paralisação de 50% da frota, condutores de ambulâncias do Serviço de atendimento Móvel de Urgência (SAMU) retornaram às 6h de hoje aos serviços. Contentes com o andamento das reivindicações junto ao Governo de Sergipe, a categoria aguarda agora por um pronunciamento da Secretaria de Estado da Saúde (SES) quanto ao pleito. Além de melhores condições de trabalho, os motoristas cobram  um piso salarial de R$ 2.460. Com 130 pessoas em frente à base do Samu, no bairro Siqueira Campos, em Aracaju, a manifestação dos condutores foi pacífica e não contou com a presença de nenhum representante da administração estadual.

Aguardando algum posicionamento da SES, antes mesmo da próxima terça-feira, 16, dia programado para apresentação do Plano de Cargos, Carreiras e Vencimentos (PCCV) dos servidores da Saúde, o presidente do Sindicato dos Condutores de Ambulância do Estado de Sergipe (Sindconam/SE), Adilson Ferreira Melo, garantiu que uma greve generalizada pode ser decretada já na próxima semana. "Nosso objetivo é cobrar melhores condições de trabalho e sermos mais bem valorizados financeiramente. Realizamos essa pequena greve, porém intensa, justamente para mostrar ao governo que poderemos parar as ambulâncias em maior proporção caso essas melhorias não nos sejam devidamente atribuídas", avisou o sindicalista.

Apenas as ambulâncias das Unidades de Suporte Básico (USB) aderiram à greve. As UTIs Móveis prestaram serviços normalmente durante todo o dia de ontem. Ainda segundo o presidente do Sindconam/SE, não está previsto nenhum tipo de manifestação até o secretário Silvio Santos se manifestar quanto ao reajuste solicitado. "Nossa meta, que era mostrar para a sociedade a nossa indignação, foi concluída com sucesso.

Agora, só nos resta ouvir o que o Governo, através da SES, tem a nos propor. Até lá nosso trabalho será realizado com o mesmo empenho dos outros dias", concluiu Adilson Ferreira. Além das manifestações em frente à base do Samu, os manifestantes também foram às ruas e avenidas mais movimentadas da capital para distribuir panfletos e conversar com a sociedade.

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