Mulheres bombeiras

Já não há área de atuação vedada à presença feminina, um excelente sinal de esforço por equidade

Melhor não subestimá-las. Quem precisar recorrer ao Corpo de Bombeiros Militares em Sergipe tem grande chance de ser socorrido por uma mulher. Na formatura mais recente, cuja cerimônia foi realizada esta semana, as soldadas eram maioria.
O novo grupo de soldados é constituído por 20 mulheres e quatro homens, que vão reforçar o efetivo da corporação, atuando na segurança da sociedade sergipana. A turma também é a sétima do concurso público realizado em 2018, com a convocação de todos aprovados pelo Governo do Estado, totalizando 447 soldados formados.
Elas trabalharam duro, pegaram no pesado. Foram 11 meses de formação, entre disciplinas teóricas e práticas, com início em outubro de 2024. Neste período, habilitaram-se no combate a incêndio, atendimento pré-hospitalar, salvamento em altura, aquático, terrestre, entre outras atividades das mais exigentes – tanto em termos de esforço físico, quanto psicológico.
Já não há área de atuação vedada à presença feminina, um excelente sinal de esforço por equidade. Convém, contudo, não se enganar: cada espaço conquistado por uma mulher exige da candidata uma boa dose de resiliência.
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