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O BRAISL VENCEU O 8 DE JANEIRO E ESPANTOU AS AVES DE MAU AGOURO?


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Publicado em 18 de janeiro de 2024
Por Jornal Do Dia Se


* Rômulo Rodrigues

Por incrível que pareça, ainda não! Na segunda feira dia 15, aconteceram as pequenas assembleias para a indicação de Donald Trump pelo partido Republicano, as chamadas caucas do estado de Iowa.
Parece coisa sem importância para nós aqui. Mas não é, pois, tudo indica que será o primeiro passo da caminhada que levará de volta o galego doido à Casa branca.
Foi lá que dois desconhecidos largaram na frente para ganhar as maratonas eleitorais; Jimmy Carter em 1976 e Barack Obama em 2008.
Em 2024, caso o caduco Joe Biden continue a afundar a economia americana gastando bilhões de dólares para apoiar o genocida Netanyaho e o trapalhão Zelenski, estará asfaltando as estradas para o retorno de Trump.
É com essa esperança que o time de generais que queria militarizar o Estado brasileiro para fazerem seus negócios particulares, ainda cisca no terreiro do golpismo na expectativa de voltar a ter um forte patrão internacional, que pode ser Donald Trump, o último dos moicanos.
O Brasil atravessa um bom momento com o desempenho da economia acumulando gordura para enfrentar a pior composição da câmara dos deputados dominada por uma excrecência chamada centrão.
No campo da contra ofensiva em cima ao antigo poderoso Partido da Justiça cuja sede do comitê central ficava na 13ª vara federal de Curitiba, nessa segunda feira passada, com os novos ares soprando sobre o STF, o ministro Dias Toffoli criou coragem e abriu inquérito contra Sergio Moro e procuradores da lava jato, para apurar fraudes no uso das delações premiadas de Tony Garcia, quando ele se comprometeu grampear membros do judiciários, empresários e políticos para serem chantageados e intimidados pelo então juiz federal.
Também está saindo do forno uma investigação da Policia Federal contra um general amigo do ex-comandante do exército; à época Eduardo Villas Boas, num esquema clandestino de espionagem provavelmente montado pela ABIN no governo Bolsonaro, cujo responsável pela negociação com Israel foi o general Luiz Roberto Peret, amigo pessoa de Villas Boas e depois sócio no seu Instituto, numa negociação sem licitação no valor de US$ 10,8 milhões.
O ano de 2024 vai ser desafiador porque se apresenta como o ano da consolidação do governo Lula e vai exigir muita atenção com as tentativas de boicote feitas pela mídia corporativa tentando apavorar a população alardeando uma escalada de violência generalizada em todos os cantos do país.
A guerra ideológica passa por incrustar nas cabeças da maioria das pessoas que o Brasil é um país violento mesmo que as pessoas vivam em lugares onde não haja violência generalizada.
O tema corrupção estará sempre na ordem do dia e notícias falsas serão divulgadas massivamente para, depois do estrago, tentarem remediar com desmentidos, deixando de noticiar as conquista obtidas interna e externamente.
Por exemplo; o aumento do salário mínimo no período compreendido entre 1º de janeiro de 2023, quando passou a vigorar o valor deixado por Bolsonaro de R$ 1.302,00, para 1º de janeiro de 2024, governo Lula, que passou para R$ 1. 412,00 com correção de 8,44%, ignorado e descaracterizado pela mídia patronal. O disfarce foi dado em cima da correção feita pelo atual governo que aumentou em 1º de maio para R$ 1.320,00 e foi muito criticado.
Numa população economicamente ativa de 105 milhões de pessoas empregadas, receber 8,44% de aumento e enfrentar no mesmo período 1,03% nos preços dos produtos alimentícios, é ganho real para ser noticiado e não omitido, como não divulgam com a ênfase necessária que o Brasil foi parcialmente desocupado em 31 de dezembro de 2022 como a 12ª economia mundial e terminou 2023 na 9ª posição e as previsões do mercado e do FMI é que termine 2024 em 7º lugar.
Há perigo na esquina porque os resultados da economia e o prestígio internacional alcançado com Lula soam como afrontas para o pessoal da Patifaria Lima que só se concentra em quantos bilhões vão deixar de acumular porque os pobres estão entrando no orçamento.
Na ganância dessa gente, a visão de estadista de Lula, é um empecilho à marcha detectada pelo levantamento da Oxfam em 2020 que revela que os homens mais ricos do mundo dobraram suas fortunas enquanto 5 bilhões de pessoas ficaram mais pobres e que em 1 década o mundo conhecerá o 1º trilionario e o fim da pobreza tende a levar 200 anos para ser conquistada.
Como cada dia fica mais difícil de combater as políticas assertivas do governo Lula, a ofensiva virá com mais intensidade no combate ao direito do aborto, conforme a lei, casamento homoafetivo, pregação contra a política externa do Brasil, denuncias na lei de cotas, ao programa bolsa família e, o velho chavão contra o comunismo.

Rômulo Rodrigues, sindicalista aposentado, é militante político

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