Os números do IBGE

 

Se, em âmbito nacional, o desemprego recru-
desce a passos de tartaruga, em Sergipe ele se 
comporta como um burro empacado. De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o governo falha de modo estrondoso, incapaz de gerar empregos.
Os número constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Em 2017, 1.483.000 trabalhadores estavam empregados em Sergipe. Ano passado, eram 1.460.000. Ou seja: O mercado de trabalho local anda para trás.
Não espanta, portanto, que o Produto Interno Bruto estadual tenha ficado aquém da já acanhada produção de riqueza nacional. Após dois anos consecutivos de queda, o PIB do Brasil voltou a crescer em volume: 1,3% em 2017 na comparação com 2016. No Nordeste, apenas Rio Grande do Norte, Bahia e Sergipe ficaram abaixo do crescimento médio da série. 
Sergipe é o 23º estado na participação do PIB brasileiro. E as razões para desempenho tão tímido não têm nada de misteriosas. Falta investimento. A retração industrial, aliada às perdas da construção civil e à queda na produção de energia elétrica pela usina de Xingó sangraram os cofres estaduais, até o último tostão furado.

Se, em âmbito nacional, o desemprego recru- desce a passos de tartaruga, em Sergipe ele se  comporta como um burro empacado. De acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o governo falha de modo estrondoso, incapaz de gerar empregos.
Os número constam da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios. Em 2017, 1.483.000 trabalhadores estavam empregados em Sergipe. Ano passado, eram 1.460.000. Ou seja: O mercado de trabalho local anda para trás.
Não espanta, portanto, que o Produto Interno Bruto estadual tenha ficado aquém da já acanhada produção de riqueza nacional. Após dois anos consecutivos de queda, o PIB do Brasil voltou a crescer em volume: 1,3% em 2017 na comparação com 2016. No Nordeste, apenas Rio Grande do Norte, Bahia e Sergipe ficaram abaixo do crescimento médio da série. 
Sergipe é o 23º estado na participação do PIB brasileiro. E as razões para desempenho tão tímido não têm nada de misteriosas. Falta investimento. A retração industrial, aliada às perdas da construção civil e à queda na produção de energia elétrica pela usina de Xingó sangraram os cofres estaduais, até o último tostão furado.

 

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