Responsabilidade coletiva

 

Os sergipanos não querem saber de isolamen
to social, nem de quarentena. Não admira, 
portanto, que os casos de contágio por Covid-19 tenham se multiplicado nas últimas semanas. Com a proximidade das festas de fim de ano, há o temor de que a pandemia fuja ao controle, provocando o colapso do sistema público de saúde.
Os sergipanos não querem mais saber de precauções. De acordo com o Mapa Brasileiro do Covid-19, Sergipe ocupa a quarta pior colocação em termos de isolamento social. Somente no Amapá, Tocantins e Goiás há tanto descaso e negligência comparável à irresponsabilidade coletiva dos sergipanos.
O número de brasileiros mortos pela pandemia não para de crescer, já se aproxima dos 200 mil. Mas não impressiona os incautos. A apatia é alarmante. Quase 200 mil já morreram a troco de nada, somente porque decidiram brincar com a sorte, apostando o próprio pescoço numa espécie de roleta russa.
A pandemia ainda é realidade, o Covid-19 segue matando. A falsa sensação de normalidade, derivada da retomada da atividade comercial não deve se sobrepor à prudência. Somente as contingências econômicas justificam as portas abertas das lojas, academias, bares e restaurantes. Em termos de saúde pública, no entanto, o quadro não mudou. Antes, tornou-se mais delicado.
Neste natal, convém presentear os entes queridos com o respeito à vida e a própria ausência. A responsabilidade é coletiva. Manter o isolamento social por tantos meses a fio realmente não é fácil. Mas todo cuidado ainda é pouco.

Os sergipanos não querem saber de isolamen to social, nem de quarentena. Não admira,  portanto, que os casos de contágio por Covid-19 tenham se multiplicado nas últimas semanas. Com a proximidade das festas de fim de ano, há o temor de que a pandemia fuja ao controle, provocando o colapso do sistema público de saúde.
Os sergipanos não querem mais saber de precauções. De acordo com o Mapa Brasileiro do Covid-19, Sergipe ocupa a quarta pior colocação em termos de isolamento social. Somente no Amapá, Tocantins e Goiás há tanto descaso e negligência comparável à irresponsabilidade coletiva dos sergipanos.
O número de brasileiros mortos pela pandemia não para de crescer, já se aproxima dos 200 mil. Mas não impressiona os incautos. A apatia é alarmante. Quase 200 mil já morreram a troco de nada, somente porque decidiram brincar com a sorte, apostando o próprio pescoço numa espécie de roleta russa.
A pandemia ainda é realidade, o Covid-19 segue matando. A falsa sensação de normalidade, derivada da retomada da atividade comercial não deve se sobrepor à prudência. Somente as contingências econômicas justificam as portas abertas das lojas, academias, bares e restaurantes. Em termos de saúde pública, no entanto, o quadro não mudou. Antes, tornou-se mais delicado.
Neste natal, convém presentear os entes queridos com o respeito à vida e a própria ausência. A responsabilidade é coletiva. Manter o isolamento social por tantos meses a fio realmente não é fácil. Mas todo cuidado ainda é pouco.

 

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