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Sem solução 


Publicado em 25 de maio de 2024
Por Jornal Do Dia Se


Segundo levantamento feito pelo Conselho Regional de Medicina de Sergipe, as providências alardeadas pelo governo de Sergipe com o objetivo de remediar os problemas da urgência pediátrica no estado não surtiram efeito. Ontem, ao menos 40 crianças ainda aguardavam por uma vaga nas unidades de terapia intensiva (UTI).
O problema é generalizado, afeta toda a rede estadual, o Hospital da Criança, Santa Isabel, o Hospital de Urgência de Sergipe (Huse) e o Fernando Franco. Trata-se de um colapso, portanto. Um colapso sazonal.
A ausência de estrutura para atender os casos de urgência pediátrica é um problema crônico da saúde em Sergipe. Gestores das esferas públicas e privada lidam com a situação há anos, sem jamais se aproximar de uma solução. 
É assim há anos, mais de uma década. Vira e mexe, faltam vagas. Quando o número de casos relacionados a síndromes respiratórias tende a aumentar – consequência natural das chuvas de maio, junho e julho -, também se prevê que falte assistência adequada em todas as unidades de atendimento infantil.
Eis as condições enfrentadas pelo Sistema Único de Saúde em Sergipe. O Jornal do Dia insiste: Pior do que a pediatria, deficiente até mesmo na rede privada, só a situação dos pacientes oncológicos, em uma batalha de vida e morte contra a doença, sem recursos para bancar um tratamento sempre muito dispendioso.
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