O investimento continuado em formação e tecnologia transformou a realidade em Sergipe
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A polícia de São Paulo nunca matou tanto. Na contramão da tendência nacional, de estabilidade nos números vergonhosos da letalidade policial, o estado governado por Tarcísio de Freitas observa, inerte, o recrudescimento da violência, obra e graça da força armada pelo poder público local.
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O exemplo ruim de São Paulo, escandaloso, deve ser notado, entretanto, a fim de servir à reflexão. Enquanto o número de mortes decorrentes de intervenção policial em todo o país caiu – foram 6.243 registros em 2024, contra 6.413 em 2023 -, lá as mortes aumentaram muito, mais de 60%.
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São Paulo registrou um aumento de 61% na letalidade policial. Policiais mataram 813 pessoas no ano passado, contra 504 no ano anterior. Não por acaso, o discurso simplista de combate à criminalidade pelo uso da força bruta transformou o estado em um dos lugares mais violentos do país.
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O uso da inteligência produz resultados mais efetivos. O investimento continuado em formação e tecnologia transformou a realidade em Sergipe, onde as mortes violentas decorrentes de práticas criminosas já foram um dos problemas mais sensíveis no dia a da dos cidadãos. Longe de viver em um Paraíso na Terra, os sergipanos em geral agora vivem mais tranquilos.


